domingo, 6 de novembro de 2011

Praça budista homenageia liberdade em Franca

Foto mostra placa em homenagem a Tsunessaburo Makiguti
Praça reinaugurada é um recanto de paz a comunidade francana

por: Swaida Martins

A Praça da Rua Homero Pacheco Alves, em Franca (SP), foi reinagurada no dia 18 de novembro de 2006, com o nome  de “Tsunessaburo Makiguti", (3ºsumo-prelado budista). O local foi um presente aos moradores francanos por meio do Centro Cultural do Budismo da BSGI (Brasil Soka-Gakkai Internacional). A religião que prega filosofia de vida, inaugurou seu templo na rua há cinco anos e membros budistas perceberam o abandono que se encontrava a praça.

“Quando alugamos a casa para ser nosso templo em Franca, percebemos o abandono que se encontrava a praça e decidimos adotá-la para ser um lugar aprazível a todos”, disse a budista Áurea de Oliveira. Com isso, a praça que não possuía nada além do mato crescido, recebeu mesinhas e cadeiras de concreto e aparo mensal no gramado, tornando-se um recanto de tranquilidade e lazer aos vizinhos.



Imagem mostra vista da Praça Tsunessaburo Makiguti
A nova praça recebeu o apoio da Prefeitura Municipal de Franca. Moradores contam que no dia de sua reinauguração estiveram presentes, o prefeito Sidnei Rocha, autoridades civis, além do colunista Higininho e membros do budismo.

O funcionamento do Centro Cultural é de segunda-feira, das 8 às 20 horas, e existe sempre um revezamento dos membros no cuidado com a Praça que ficou sob responsabilidade do templo. Uma moradora de 48 anos que não quis ser identificada, salientou que, antes a praça era um lugar onde à noite recebia a visita de usuários de drogas e pessoas embriagadas, além de muito entulho jogado. “Na minha casa sempre apareciam ratos, baratas e até escorpiões por causa do abandono da praça. Era um verdadeiro desleixo do poder público com ela. Agora estamos em paz”, afirmou.
Foto mostra mesas e cadeiras colocadas na praça para lazer em Franca
Ainda segundo Áurea de Oliveira, mesmo a praça sendo adotada pelo budismo, ela é de Franca. “A praça não é propriedade do grupo, mas ela pertence a toda comunidade, portanto, convidamos a todos para passear por aqui”, afirmou.

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