domingo, 27 de novembro de 2011

Comércio de Sacramento irá funcionar até as 22 horas a partir de dezembro

Presentear as pessoas nessa época lembra o ato dos três reis magos que deram presentes ao menino Jesus

Rogério Oliveira
Há quase uma semana para dezembro, o que clima de Natal já começa a tomar conta dos comércios. São panetones e enfeites para qualquer lado que se olhe. A partir de dezembro, as principais lojas ficarão abertas até as 22 horas.
O vermelho predominante do Natal, já começa a tomar conta das vitrines das lojas convidando os consumidores a entrar no espírito natalino, presenteando amigos e parentes, como forma de demonstração de afeto. 
                                                                                                       (Vitrine da loja Magazine das Fábricas)
“Para mim Natal é a melhor época do ano. As pessoas enfeitam suas casas com luzes coloridas, e o centro da cidade fica todo enfeitado, as praças, as árvores”, completa a vendedora Samia Gomes, 24 anos.
O costume de presentear as pessoas nessa época lembra o ato dos três reis magos que deram presentes ao menino Jesus. Já Papai Noel foi inspirado em São Nicolau, um bispo romano do século V, presenteava no anonimato as filhas de um pobre camponês. O amigo oculto também está relacionado a essa história, devido ao anonimato nas trocas dos presentes.
A partir da primeira semana de dezembro, as principais lojas do centro de Sacramento estenderão seu horário de funcionamento até as 22 horas. Com isso muitas vagas de trabalho temporário serão abertas para atender a demanda, aquecendo ainda mais as compras.

O aumento do horário de atendimento foi uma iniciativa da ACIAPSS (Associação Comercial, Industrial e de Prestação de Serviços de Sacramento). Com isso, o consumidor que trabalha o dia todo tem a chance de comprar os presentes de fim de ano.
Sérgio Antônio Felipe, presidente da ACIAPSS, diz que a idéia de estender o horário em 2 horas deu muito certo. “Os consumidores têm a chance de fazer as compras de fim de ano tranquilamente, sem a correria que era antigamente, quando as lojas ficavam abertas até as 20 horas”, comenta.
O Natal da Fartura, iniciativa privada da Sak’s Confecções, já virou tradição na cidade. Essa será a 6ª edição da campanha que reverte todo o dinheiro arrecadado com as vendas dos produtos disponíveis no bazar á distribuição de cestas básicas entre os moradores carentes.
No ano passado, a campanha conseguiu distribuir 1.200 cestas entre os moradores. Para esse ano, os organizadores pretendem bater a marca. No bazar, se encontra diversos produtos como bolsas, mochilas, malas, bonés, canivetes suíços, canetas. Tudo com baixo preço de custo e produtos de ótima qualidade. 

(Itens do Bazar Natal da Farutura)

A correria, inimiga da memória

Falta de atenção, ritmo acelerado e doenças são as principais causas de esquecimentos


 Rogério Oliveira

O frenético ritmo em que as pessoas vivem acaba custando a elas um preço que muitas vezes pode ser irrisório, mas que em alguns casos pode sair caro. Estojos, guarda-chuvas e blusas de frio estão entre os itens mais esquecidos nas escolas. Mas não é só a correria do dia-a-dia que é responsável pelo esquecimento. Falta de atenção e Alzheimer também são responsáveis.

Os achados e perdidos estão sempre cheios, e nas escolas de Sacramento (MG) isso não é diferente. São blusas de frio, livros, guarda-chuvas, estojos, cadernos; todos os itens estão acomodados em duas grandes caixas na secretária da Escola. E. Coronel José Afonso de Almeida.

“É comum encontrar objetos quando limpamos as salas, geralmente são coisas que eles colocam debaixo da carteira e quando o sinal bate, eles saem correndo e acabam esquecendo”, explica Marlene Gonçalves, faxineira da escola.

A tensão no dia do exame de auto escola, contribuiu para que Álvaro Barros, esquecesse o comprovante de marcação de exame de direção do DETRAN (Departamento Estadual de Trânsito), documento obrigatório para que se possa fazer a prova. O preço do descuido saiu caro para Álvaro, que terá de pagar novamente a taxa do exame, que está em média de R$ 150.

Mas o grande vilão da memória é o Alzheimer, doença que atinge cerca de 3% das pessoas com mais de 65 anos e até 50% ao ultrapassar os 85 anos de idade. Provoca a degeneração do sistema nervoso central e afeta á memória. ”Quando não conseguir lembrar um nome, peça para que a pessoa o repita e então escreva, anote sempre. Leia livros. Faça caminhadas. Dedique-se ao desenho e à pintura”, completa Francisco Brait, professor aposentado e portador de Alzheimer.

Número de casamentos permanece estável

Ainda há muitas uniões agendadas devido ao fim do ano


Rogério Oliveira

Final do ano, época das grandes festas e comemorações familiares e, claro, dos casamentos. Os dados obtidos através do Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais de Sacramento (MG) mostram que o número de casamentos deste ano não deve mudar muito em relação ao ano passado.

Os dados do cartório mostram que em 2010 houve 85 uniões, sendo desse total 62 casamentos civis e 23 casamentos religiosos com efeitos civis. Através desses números, é fácil perceber que a maioria das pessoas escolhe casar sem a presença de autoridades religiosas.

A Secretária do 1° Cartório de Registro de Sacramento, Tereza Hasimoto, diz que antigamente havia mais casamentos religiosos. “A tradição da celebração religiosa no casamento está ficando de lado. Deve ser pela falta da aprovação de Deus que os casamentos hoje em dia não duram”, destaca.

Os casamentos deste ano já chegam a 65, exatamente 20 a menos do que o total do ano anterior. Faltando pouco mais de um mês para o fim do ano, as expectativas são de que os números das uniões dos dois anos não sejam muito diferentes, já que é justamente nessa época em que há o maior número de casamentos. “De setembro até dezembro há mais procuras. Já no Carnaval e na quaresma esse número cai bastante”, diz Maria Antônia Pacheco, responsável pelo Cartório.

Noivos há quatro anos, Matheus Cintra e Juliana Oliveira marcaram o casamento para 17 de dezembro. Escolheram essa data para aproveitar as férias de fim de ano e estenderam um pouco mais a lua de mel. “A gente tava pensando em marcar para novembro, mas achamos melhor adiar um pouco e esperar as férias. Assim vai dar para curtir mais a viajem de lua de mel”, completa Matheus.


(1º Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais de Sacramento)

sábado, 26 de novembro de 2011

Natal começa a todo vapor em Franca

Magia
Garrafa não é para acumular dengue, serve para reutilizar


por: Swaida Martins
O Papai Noel só chega no próximo mês, mas o Natal já está em Franca. O motivo “salta aos olhos” quando se faz um passeio pelo Centro, pois com o apoio da Prefeitura, árvores feitas com materiais recicláveis foram instaladas em ruas e bairros de Franca. Com a temática “Natal de Luz 2011”, a Praça Barão de França está decorada, e também, outros espaços públicos ganharam ornamentos através do reaproveitamento de 70 mil garrafas pets espalhadas pela cidade como enfeites natalinos e não poluentes do meio ambiente. 
Foto mostra árvore reciclada na Praça Central em Franca
Neste ano, o espírito do Natal está focado na sustentabilidade em Franca, além da iluminação e das árvores de garrafas pets, bonecos com formatos de pinguins foram confeccionados totalizando 30. Eles estão montados  e iluminam as principais praças e rotatórias francanas. A dona de casa Viviane Souza Ramos, 28 anos que faz suas compras no Centro, também apoia a ideia da reciclagem, “Achei a árvore linda! É algo tão diferente. É muito importante a ideia da sustentabilidade para preservar a natureza.”, concluiu.
A Prefeitura instalou uma média de 15 árvores natalinas produzidas com material de reciclagem sendo que a mais alta tem 15 metros de altura e há uma segunda de 13 metros. “As outras 13 tem em média 5 metros de altura, relatou o secretário de Serviços e Meio Ambiente, Ismar Rodrigues Tavares. Para completar o visual colorido mais de 1 milhão de microlâmpadas estão por toda a cidade.

 “Gostei da árvore reciclada, porque ela é totalmente artesanal e também lembra as pessoas sobre o reaproveitamento. As garrafas não servem só para tomar refrigerante e jogar fora, a garrafa não é para acumular dengue, serve para reutilizar e lembrar que temos que preservar a natureza”, disse a vendedora Josiana Traquilino dos Santos, 50 anos.
Já a vendedora Alessandra Cristina Barbeiro, 36 anos, tem uma posição contrária sobre a questão, “Tá certo, está reaproveitando, mas creio que deveria ter mais vida, uma árvore de verdade enfeitada com bolas recicláveis”, afirmou.

Natal sustentável
Na semana passada, o Franca Shopping também inaugurou uma decoração de Natal com materiais ecologicamente corretos a favor da natureza. O ambiente da casa do Papai Noel tem o cenário todo produzido com matéria sustentável, além de lâmpadas de MegaLed, porque poupam energia.
Casa do Papai Noel no Franca Shopping
Na semana passada, o Franca Shopping também inaugurou uma decoração de Natal com materiais ecologicamente corretos a favor da natureza. O ambiente da casa do Papai Noel tem o cenário todo produzido com matéria sustentável, além de lâmpadas de MegaLed, porque poupam energia. 
Em 2011, o tradicional também não foi deixado de lado e traz o mundo encantado do Papai Noel para as crianças. O investimento do Shopping foi  mais de R$ 250 mil com decoração, promoção de eventos e publicidade. Os visitantes poderão desfrutar das compras e curtirem a tradição do Natal junto com a preservação do meio ambiente.
A novidade é a iluminação com LED na área externa do shopping, nas torres de entrada, no estacionamento que forma uma árvore de Natal com uma luz na ponta feita de Strobol. A economia do LED comparado com as luzes comuns é de 80%, toda madeira do cenário é de reflorestamento e a tinta usada nos projetos é 100% a base de água.
“Queremos exaltar a emoção do  Natal, utilizando cores e elementos tradicionais, mas sempre com o compromisso de usar materiais e processos produtivos que causem o mínimo impacto ao meio ambiente”, afirma Laureane Cavalcanti, gerente corporativo de marketing do Franca Shopping.
A chegada do Papai Noel está prevista para o dia 24 de novembro, às 19 horas e as crianças terão uma surpresa: poderão falar e terem gravadas suas conversas com o velhinho, por meio de uma cabine telefônica. É a ação chamada “Alô Papai Noel”.
“A idéia é preservar a magia do Natal e surpreender crianças e adultos, que conversarão com o Papai Noel, utilizando as tecnologias ao alcance de todos, como telefone e internet”, explica a superintendente do Shopping Vanessa Nery.
O Papai Noel irá ficar no trono montado na Praça de Eventos. “Assim como na nossa decoração, campanha e ação “Alô Papai Noel”, na chegada do Papai Noel também queremos surpreender os presentes.
Imagem mostra árvore de Natal no Shopping
Gostariamos de convocar toda a comunidade a participar e se emocionar conosco”, convida a superintendente. Além do lazer para os visitantes devem abrir até o final do ano, pelo menos mais três lojas no shopping, uma delas é a Desejo e Sabor.


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Lei determina que ao encontrar objetos, todos devem procurar a Polícia

Por Lígia Silveira

Quem nunca perdeu algo que atire a primeira pedra. É comum sairmos de casa, seja rumo ao trabalho ou a qualquer outro lugar, e sempre esquecermos alguma coisa. Mas o problema é quando isso acontece nos lugares menos esperados como em banheiros públicos, assentos de terminais rodoviários, aeroportos, ônibus, etc.
Os responsáveis por estes “lugares”, têm muita história para contar, afinal já viram de quase tudo que os esquecidinhos deixam por aí.
Marcelo Rocha, 23, que trabalha como porteiro em uma empresa de transportes, diz que constantemente encontra objetos. “O que eu mais acho são aparelhos celulares, guarda chuva, cadernos, pen drive, livros, e um dia achei até vestígios de uso de drogas”, diz.
O porteiro complementa que os objetos são guardados no escritório da empresa, mas nem sempre as pessoas vão buscar. 

Achado é roubado?
De acordo com o trecho divulgado no site boletim jurídico escrito pelo advogado Renato Braga, é sim:

“Muitos de nós já usamos ou ouvimos falar a expressão: achado não é roubado. Mas, essa simples expressão traz, na sua essência, vícios e erros jurídicos, além de tentar justificar um crime, não o de roubo, mas, sim, o de apropriação de coisa achada.
O Código Civil, na norma do art. 1.233 e seguintes, frustra aquele que encontrar coisa de outrem, porque dela não poderá se apropriar, pois estaria contrariando a lei. O referido Código nos informa: aquele que achar coisa alheia deve devolvê-la ao dono ou ao legítimo possuidor. Na falta desses, a coisa deve ser entregue à autoridade competente.
E para aqueles que se utilizam do desconhecimento como desculpa é só se reportar ao artigo 3º da Lei de Introdução ao Código Civil : Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhecia.”

Braga complementa que duas situações podem ocorrer ainda com quem acha a “coisa” perdida. A primeira é que o dono apareça, após a elaboração do boletim de ocorrências e provar que é legítimo proprietário do objeto, levando as provas até o Juiz que ouvirá o Ministério Público e a Fazenda Pública, e se convencido de que o proprietário descuidado está falando a verdade, lhe devolve o pertence.
A segunda é o dono do objeto, após 60 dias da publicação de edital, não reclamar a falta do bem. Neste caso, o objeto será avaliado e alienado em leilão. Com a venda do objeto, serão deduzidas as despesas, inclusive uma indenização àquele que o achou. O restante do valor da venda é revertido para o municio onde o objeto foi perdido ou
Portanto cuidado ao afirmar que "achado não é roubado", pois Braga finaliza com os dizeres: "achado, não encontrado o dono da coisa pelas vias legais, e adjudicado não é furtado”.


Distração ou intenção?

A maioria dos alunos da rede pública de Ituverava esquecem objetos do vestuário nas escolas

Arthur Pires

Nas escolas municipais de Ituverava muitas crianças esquecem todos os dias várias materiais escolares ou até mesmo vestuário. É o que conta as diretoras das escolas da cidade. Pode ser que as crianças e adolescentes que estudam por lá esqueçam essas coisas por distração, por ser um objeto pequeno, sem importância. Ou, eles esquecem intensionalmente para ter que ganhar um novo.

As funcionárias das escolas responsáveis pela limpeza sempre acham coisas normais de uma escola, como tesouras, colas, estojos, lápis etc. Encontram ainda objetos do vestuário dos alunos como óculos, boné, brincos, pulseiras, entre outras coisas, o que já está ficando normal para os funcionários. Como explica a monitora de alunos da escola Moacir França, Valéria Cristina lembra de um caso inusitado de esquecimento que presenciou na escola onde trabalha. "Uma vez, em uma segunda-feira, fui até o banheiro da quadra depois que já tinha batido o sinal para os alunos irem para casa. Lá encontrei algumas coisas que são difíceis de não se lembrar ou de se perder, como cueca e tênis. Achei muito estranho, pois, não havia como saber de quem era".

Em outra escola da cidade, Benedito Soares, inspetor de alunos da escola Professor Antônio Josino, vivencia o mesmo problema. "As crianças esquecem coisas do material escolar. Coisa normal pela idade. Mas, os adolescentes esquecem coisas absurdas, como meias, tinta em spray e até bermudas. Já encontrei muitas dessas coisas dentro do banheiro masculino".

Neusa Godoy, diretora do Moacir França e Oféria Machado, vice-diretora do Josino confirmam que sempre é encontrado os objetos que os alunos "distraídos" deixam para trás e também sempre tentam, no outro dia, encontrar o dono do pertence. Perguntadas sobre como é feito para saber de quem são as peças do vestuário perdidas, elas foram diretas."Fazemos de tudo para não constranger o aluno perante os colegas", afirmou Ofélia. "Tentamos sempre trazer o aluno que procura saber do objeto esquecido até a sala da direção", afirmou Neusa

Por que mesmo com pouca idade as crianças e os adolescentes, hoje em dia, perdem muitas coisas sendo que eles têm a memória fresca. Para a psicóloga Lívia Maria Ferreira, as crianças geralmente perdem ou esquecem os materias e seus pertences justamente pela falta de responsabilidade, pois, não é uma coisa comum para a idade. Porém, o que ela esquecem na maioria das vezes são coisas pequenas e sem valor. Agora, os adolescentes perdem por serem distraídos ou, até mesmo, por querer.

Distração, falta de responsabilidade ou pelo fato de deixar lá, as crianças e adolescentes não esquecem coisas que são do seu interesse. A maioria dos adolescentes da oitava série, da escola Josino, responderam que quando perdem algo, o objeto sempre irá ser substituído ou  já não foi por um melhor ou mais novo. O que leva a crer, que seja por querer que eles deixam alguns objetos na escola e não respondem se a direção procura saber de quem era.

Ou seja, se algum objeto ou pertence não serve mais para aquele adolescente, ele descarta e deixa em qualquer lugar, neste caso na escola onde estuda. Sendo que esse mesmo objeto ou pertence descartado pode servir para alguém que não tem nada. O senso de doação e caridade dos adolescentes precisa mudar.

Coleções: hobbie, paixão ou esquisitice?

Colecionadores falam e demonstram porque fazem as suas coleções, se é por hobbie, paixão ou simplesmente por colecionar.

Arthur Pires S. Neris

Em todas as sociedades, de diferentes cidades, seja no interior ou metrópole, muitas pessoas fazem coleções como uma forma de hobbie. Essas pessoas muitas vezes têm essas coleções por motivos distintos, como: prazer, cuidados, diversão, entre outros. Não se deve pensar que pelo fato de uma pessoa ter como hobbie a criação de peixes ou a ornamentação é porque essa pessoa é retraída, isso pode ser uma comparação completamente errada.
Cássio Barbosa Júnior, coleciona carros e motos em miniatura desde os 17 anos de idade. Hoje aos 24, já têm mais de 350 motos e 220 carros sem repetir nenhum modelo. Ele explicou que a paixão por miniaturas começou com as motinhas e depois entrou os carrinhos. “Quando comecei a colecionar miniaturas de motos tinha verdadeira paixão por elas, porém, não podia pilotar uma de verdade. As miniaturas me ajudaram a sonhar em dirigir as motos e os carros que tenho em miniatura, pena que só em miniatura”, afirmou o hoje vendedor de automóveis.

Coleções como estas são feitas como sonhos ou como uma forma de sonhar e imaginar, coleções de miniaturas, bonecas, carros, motos, etc. fazem esses sonhos de criança em dirigir, em se vestir como as bonecas, em ser fortes como as miniaturas de super-heróis.
Porém, existem muitas outras coleções entram no fanatismo das pessoas por alguma coisa, como por exemplo, a paixão pelo futebol. Atualmente, muitos clubes têm lançado como meio de marketing, miniaturas de seus craques e ídolos dos torcedores. Essa febre iniciou no ano de 1998, quando a Coca-Cola, lançou os mini-craques, que eram todos os jogadores da seleção brasileira da época. Isso se transformou em coleções e mais coleções de mini-craques, com jogadores do Brasil e do mundo, do presente e do passado, famosos e até anônimos. Para os fanáticos por futebol, essa é uma bela demonstração de amor.
Agora, também existem coleções mais normais e que não demonstram fanatismo ou sonhos. Apenas são feitas pela beleza e diversidade das peças. Como as coleções de selos e chaveiros.
O diagramador Almir da Silva Fontebassi, de 31 anos, coleciona chaveiros há sete anos e neste tempo já encontrou todos os tipos. “Como faço silk para os chaveiros, já encontrei chaveiros com formas curiosas, tipo: bomba de combustível, dentaduras, macaco que grita, entre outros muitos. Tenho mais ou menos 500 chaveiros”.
“Coleções não são feitas por acaso e sim por coisas que nos deixam curiosos ou coisas que gostamos.” – Almir Fontebassi.

Colecionar é uma forma de paixão, mesmo que por coisas estranhas. Mais, esse tipo de paixão faz com que os hobbies em colecionar as coisas se transformem e a pessoa passe a fazer isto por muito tempo.