Por Jésica Fernanda
O cenário de toda cidadezinha do interior é bem simples: uma igrejinha na praça central. Em Franca, interior de São Paulo, não é diferente. A cidade que era de poucos habitantes e de pouco movimento, hoje já pode ser considerada um dos grandes polos industriais do Brasil, no setor calçadista.
A cidade concentra mais de 300 mil habitantes. Com tamanha população, os bairros se expandem e com isso são criadas novas ruas e praças, proporcionando lazer e diversão à sociedade. Mas nem sempre funcionou assim: nem todas as praças são dignas de limpeza, cuidados e aproveitamentos. Algumas delas são tomadas por vândalos que se encontram para pichar, quebrar objetos públicos e, às vezes, até agem com violência.
Uma vez estragadas, pichadas e quebradas, as praças nem sempre voltam ao normal. É fato presenciar praças destruídas há anos e sem nenhum tipo de projeto de melhorias apresentados pelos políticos responsáveis. É preciso mais cuidado e atenção quando se trata de lazer e entretenimento, pois são quesitos básicos que trazem alegria para aqueles que frequentam e isso deve ser levado em conta.
Praças se definem como tipo de espaço que está associado à ideia de haver prioridade ao pedestre e não acessibilidade de veículos, fato que não ocorre, pois é possível ver o acesso de carros em algumas praças consideradas desativadas. A ideia de praça também está associada à presença de jardins, árvores e muito verde. Outro fator que quase não se pode ser visto em Franca.
Algo necessita ser feito para conter o abuso e o desrespeito contra o patrimônio público. É preciso conscientizar o cidadão para que os recursos gastos com reformas, reposições, consertos e outras ações poderiam ser aplicados em benefícios para a própria comunidade. Outra solução cabível é deixar que os problemas sejam vistos com naturalidade pelos agentes políticos, não permitindo mais atos de vandalismo e descuido da comunidade.
Jésica Fernanda é estudante do 2o ano de Jornalismo, da Unifran.
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